Existe um jeito de olhar pra tudo. Olhar racionalmente, com o coração, com a pele e tem o olhar com os próprios olhos. não cabe a mim julgar qual olhar é mais eficaz, acho que cada um tem uma função própria que só ele pode desenvolver. O grande erro é querer olhar algo que é visto pela cabeça pelo coração. Eis aqui o ponto que eu queria chegar, eis aqui o meu erro. Temos que ter a sensibilidade de quando devemos usar cada qual.
A minha grande mania é querer olhar pelo coração todas as pessoas achando que todas são boas quando deveria olhar primeiro pelo cérebro. Podemos ir assim por etapas você faz a análise com o globo ocular e passar para o olho cerebral, logo ele passa para esse grande músculo cardíaco que insiste em assistir a todos com bons olhs e ele manda a resposta a sua pele aos seus instintos mostrando se é bom estar perto de alguém ou não.
Burro! Burro tic tac que quer ser amigos de todos. Daqui pra frente vou tentar passar longe desse inocente que me faz ser inocente e acreditar em boas intenções.
terça-feira, 31 de março de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
"O que eu fiz no passado não diz respeito a você apenas o que aconteceu do momento em que comecei a ficar com você em diante", dizia a voz enraivecida de um homem paciente que chegara ao seu ápice de compreensão. Em frente a ele o coração partido de uma jovem. Todos os seus sentimentos escorriam pelo seu rosto. Ela acabara de ver uma face que nunca houvera visto anteriormente. O seu amado ali parado em sua frente, vomitando fel em palavras. Pisando no imo de seu coração partido a menina partiu em direção ao banheiro onde refletira por instantes o acontecido.
Por quê ela não conseguia tirar aquela imagem sórdida, execrável, repugnante de seu príncipe idealizado completando aquela cena abominável com o mancebo que era seu amigo e sua cortesã (ou podemos considerá-la na história como namorada meu caro leitor)?
Não seria pois o amor um ato sagrado? Por quê ele vertera a benção concedida por Eros de uma forma de uma forma tão trivial? Ela jamais entenderia mas o que lhe magoara foi o som pronunciado de seu amado com uma pedra em seus ouvidos que esse não compunção pelo ato então consumado em um passado que abre até hoje marcas no coração da jovem moça.
Ela tenta esquecer, eu sei que sim, e ela é capaz, ela pode, ela consegue!
Por quê ela não conseguia tirar aquela imagem sórdida, execrável, repugnante de seu príncipe idealizado completando aquela cena abominável com o mancebo que era seu amigo e sua cortesã (ou podemos considerá-la na história como namorada meu caro leitor)?
Não seria pois o amor um ato sagrado? Por quê ele vertera a benção concedida por Eros de uma forma de uma forma tão trivial? Ela jamais entenderia mas o que lhe magoara foi o som pronunciado de seu amado com uma pedra em seus ouvidos que esse não compunção pelo ato então consumado em um passado que abre até hoje marcas no coração da jovem moça.
Ela tenta esquecer, eu sei que sim, e ela é capaz, ela pode, ela consegue!
Ela sempre fez de sua vida um filme e sempre quis que as falas das pessoas ao seu redor fossem exatamente o roteiro bolado em sua mente mas dele ela nunca ouviria. Ela não sabia se ele apenas se recusava a dizer a sua fala ou se ele realmente não sabia qual era, mas o fato é que dele só saiam palavras soltas que não formavam a perfeita solda para fixar as pronúncias que saiam da boca dela como uma perfeita cena de um drama americano.
Ele tentava da forma dele ser agradável, gentil e prestativo mas mesmo sabendo disso ela queria as coisas da maneira dela, só assim poderia se sentir querida. A garota tinha sérios problemas de auto-estima. Embora sempre tivera olhos pra ela nunca saberia o real significado disso tudo.
Ele tentava da forma dele ser agradável, gentil e prestativo mas mesmo sabendo disso ela queria as coisas da maneira dela, só assim poderia se sentir querida. A garota tinha sérios problemas de auto-estima. Embora sempre tivera olhos pra ela nunca saberia o real significado disso tudo.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Não é apenas mais um blog. Não foi feito pra chamar a atenção, não foi feito pra ser lido. É apenas um meio para eu desabafar tudo o que acontece em minha vida, é bem pessoal (contraditório porém pelo fato de ser uma página na internet). Mas isso é um pedaço do que eu sinto agora em diante. Poderei escrever minhas aflições, exepelir meus maiores medos e sentimentos. Pode acreditar que eu preferia estar compartilhando com alguém tudo isso e não com um blog, mas por enquanto vai ser por aqui mesmo a via da minha alma gritar!
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